Estratégia Ferramenta Rodrigão Pires

Ferramentas de coaching podem me salvar

Ferramentas de Coaching: como preparar um programa de Coaching inesquecível para o seu coachee?

“Parabéns! Você agora é um Coach!”

Quem não vê a hora de ouvir essas palavras e se tornar um Coach, não faz ideia do que realmente está por vir…

Se “tornar” um Coach sugere que você esteja pronto.

E “estar pronto”, sugere que você esteja apto para atender.

Até aí, não tem novidade, e em suma, é isso mesmo.

Concorda comigo até aqui?

A questão é que “atender” não se resume apenas em estar com o cliente.

Existe um caminho a se percorrer, até de fato se estar de frente para o cliente…

E uma jornada intensa, de algumas semanas com ele, a partir daí.

Quando não se tem experiência ainda, a primeira preocupação do Coach é: que ferramentas de coaching devo usar?

Se o Coach se formou em alguma instituição, as ferramentas que ele experimentou ou ouviu falar durante a sua certificação, passam a ser o ponto de partida.

Mas a partir do momento em que se está por conta própria, parece que existe um abismo entre o profissional, a organização das sessões e a lógica da utilização daquele material.

Ferramentas - Questionamentos

Questionamentos


Os questionamentos sobre ferramentas de coaching são os mais variados, e a boa notícia é que são recorrentes e quase unânimes entre os novos coaches:

“Quantas usar?”

“Quais devo usar?”

“Elas são fixas para cada sessão específica?”

“Devo entregá-las impressas ao coachee?”

“Existe uma ordem específica para aplicá-las?”

“Eu faço junto com o coachee, ou entrego para ele fazer sozinho, como se fosse um exercício?”

Bom, para começar a responder isso, o Coach precisa saber que existe uma particularidade muito grande de cada profissional nessa parte que envolve material, portanto, a primeira coisa a saber, e mais do que a saber, a considerar, é que não existe regra para nenhuma dessas perguntas, o que, automaticamente significa dizer que não existe ferramenta de coaching certa ou errada. Existe procedimentos para o resultado esperado do cliente, e os que não surtem tanto ou nenhum efeito.

O objetivo das ferramentas de coaching, antes de qualquer conforto ou segurança que usá-las pode trazer ao Coach, é fazer com que o coachee seja capaz de gerar, de produzir algum resultado com ela, que tenha total relevância ao objetivo parcial ou total do programa de coaching dele. Em resumo, gerar valor como falado nesse vídeo.

Ou seja, cada um vai trabalhar de uma forma, e as variáveis seguem de acordo com a confiança, experiência, conhecimento, objetivo, e/ou habilidade do Coach.

Na minha empresa, por exemplo, os materiais usadas são decididas pelo Coach na hora do atendimento. Podem ser impressos, quando a construção visual tem relevância para o resultado esperado da sessão, ou representadas através de conversas leves, exercícios e/ou atividades lúdicas, dependendo do desenvolvimento e da necessidade de cada coachee ou grupo.

O mais importante para nós, Coaches, é que os atendimentos não fiquem obrigatoriamente presos ao papel, para que não transforme a relação que deve ser estritamente “humana” em algo frio, distante, sem conexão, e engesse ou iniba a liberdade do coachee de extrair seus próprios resultados, de gerar suas próprias linhas e formas de reflexões, com o tema que formos abordar em cada uma das sessões.

Erramos muito até percebermos que essa “flexibilidade” mudava a gente de nível como profissionais, mas principalmente, erramos muito até compreendermos que essa flexibilidade é o que realmente importa e propicia aos clientes caminhos próprios para alcançarem resultados que antes não eram possíveis, por limitações estruturais da ferramenta.

Eu gravei um vídeo bem rápido, explicando melhor sobre isso.

Além disso, passamos a entender até que a sessão mais dinâmica evita a frustração, se não abordamos determinados pontos “esperados” pelos coachees, coisa que acontece demais quando temos clientes que vieram por indicação de outros, e por se conhecerem, ficam comparando seus processos distintos de Coaching, como se todos os resultados e desenvolvimentos fossem “padrão”.

Materiais de coaching - alvo

A Super Dica


A dica de hoje, então, que pode valer para todos os questionamentos acima e que farão com que os seus coachees jamais esqueçam das suas sessões é:

As ferramentas de coaching não são uma bengala para validar como você é um coach maravilhoso e cheio de material. As ferramentas são um suporte para o seu cliente dar passos consistentes e constantes na direção de um objetivo específico. O processo nunca é sobre a gente. É pura e simplesmente sobre a necessidade, o avanço e o desenvolvimento dos nossos coachees.

O seu objetivo como Coach é criar “pontes”, e não abismos ou muros que não conduzam seus clientes ao resultado que eles estão buscando, portanto, “quantas, como, quais e quando” usar, não farão o menor sentido se não existir um link coerente entre as sessões e o que os seus coachees esperam.

Não esqueça que usar estrategicamente a antecipação da sessão seguinte ao final de cada sessão, gera a curiosidade e a animação do que mais vocês poderão alcançar juntos.

 

Resumindo…

A motivação do coachee sempre será o melhor combustível!

E estar presente, atento aos detalhes, e ouvir na essência, continuam sendo as melhores ferramentas de coaching e trunfos de um verdadeiro Coach, de uma sessão de coaching inesquecível…

Se mesmo assim você não se sente seguro com os seus “instrumentos”, eu tenho 10 ferramentas para vocês usar no seu processo e que certamente você terá sucesso se aplicadas da maneira correta.

Vou deixar aqui o link caso queira conhecer e finalmente esquecer de vez essa falta de ferramentas e os seus medos bobos. 😉

Se algo fez sentido para você, se inscreva na minha lista exclusiva para coaches, e receba mais dicas minhas. Te vejo lá!

Sobre o autor | Website

Co-Fundador da empresa Azoli Coaching, Autor do e-book 4 Semanas Para Conquistar Clientes, fundador da agência de marketing dmd e idealizador do projeto Coach na Prática.

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